terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Hitler na 1ª Grande Guerra

Adolf Hitler viveu em Viena até mai./1913. Aos 24 anos, órfão de pai (Alois Hitler - jun./1837- jan./1903) e mãe (Klara Pölzl - ago./1860-dez./1907), sem dinheiro, amigos ou trabalho fixo desenvolveu aversão por sua terra natal, pois para ele, a capital do Império Austro-húngaro era um aglomerado de raças e aquela mistura estava destruindo o velho lugar de cultura alemã. Fracassara como pintor ou arquiteto e perambulava pelas ruas tal qual um vagabundo em busca de biscates, todavia tinha auto-confiança e um profundo senso de missão a cumprir. Havia chegado a hora de partir para a Alemanha.
Alojou-se em Munique, a capital do estado da Baviera. Sua vida não melhoraria em nada, entretanto residia na terra que amava fazendo trabalhos de pintor freelancer. Em fev./1914 foi localizado pelas autoridades austríacas para se apresentar ao serviço militar obrigatório. Uma lesão pulmonar o reprovou mesmo para serviços auxiliares. De qualquer forma, para ele, foi um alívio, pois não desejava servir ao Exército de um país que caminhava para a profanação racial. Em agosto a guerra estourou e ele vislumbrou uma grande oportunidade de mudar de vida. Devido ao fato de não ser cidadão alemão, fez uma petição ao rei Ludwig III, da Baviera, solicitando permissão para ser voluntário. Foi aceito!
Incorporado como Recruta à 1ª Cia. do 16º Regimento de Infantaria de Reserva Bávaro na função de mensageiro,  após o período de treinamento, foi enviado ao front oeste em fins de out./1914. Logo sua unidade estava engajada na 1ª Batalha de Ypres, na Bélgica. Em quatro dias de violentos combates 60% do efetivo do regimento foi dizimado. Os ingleses haviam detido a ofensiva alemã rumo ao Canal da Mancha. Durante a luta Hitler foi promovido à Gefreiter, patente intermediaria entre Soldado de 1ª Classe e Cabo. Demostrou ser um soldado corajoso diante das adversidades e foi condecorado com a Cruz de Ferro 2ª Classe. Em out./1916, durante a Batalha do Rio Somme, foi ferido na coxa da perna esquerda por estilhaços de bomba e hospitalizado para tratamento. Após sua recuperação permaneceu afastado da linha de frente até mar./1917. No mês seguinte participou da Batalha de Arras, na França, da Batalha de Passchendaele, na Bélgica, em jul./1917 e, finalmente, da 3ª Batalha de Ypres, a última e desesperada ofensiva alemã. Hitler, em ago./1918, foi condecorado com a Cruz de Ferro 1ª Classe, uma medalha rara para soldados comuns, que ele haveria de usar, orgulhosamente, até o fim da vida. Em outubro daquele ano foi vítima de gás mostarda britânico que lhe deixou, provisoriamente, cego¹. O valente Cabo foi afastado para tratamento e durante sua convalescença recebeu a dolorosa notícia que o Exército Alemão havia se rendido aos aliados.
Para ele, assim como para muitos alemães, foi um desastre imerecido que aconteceu à sua adotada pátria, afinal os exércitos alemães não haviam sido vencidos em campo de batalha. Aquilo fora obra de traidores invisíveis que haviam "apunhalado a Alemanha pelas costas". Porém este raciocínio é falso, pois desde o final de set./1918 os exércitos das potências centrais estavam sendo repelidos em todas as frentes. Secretamente já havia um cessar-fogo sendo costurado. A Bulgária e a Turquia se retiraram do conflito, depondo armas. A causa germânica estava perdida. Para piorar o cenário a esquadra naval se amotinou recusando-se a lutar e estourou uma revolução em Hamburgo pelo final da guerra. A Áustria assinou a rendição e a Alemanha viu-se sozinha num conflito perdido. O povo alemão passava fome como consequência do bloqueio naval econômico imposto pelo inimigo e com a chegada de quase dois milhões de soldados norte-americanos descansados o governo alemão, pressionado pelos militares, solicitou a rendição. O Cabo Hitler entrou em profunda depressão e esta mágoa ele carregaria pelo resto da vida.
Contudo, como combatente, ele fora um homem singular. Segundo seus mais próximos companheiros de luta, ele não recebia cartas nem presentes de casa, jamais solicitou licença, não conversava, como era comum entre os jovens soldados, sobre mulheres, não reclamava da comida, do fedor dos mortos, da lama, da imundice ou de pragas. Um sujeito estranho, apaixonado e sério em todas as ocasiões que não praguejava contra a guerra e dedicava-se frequentemente a meditações. Preferia a companhia de seu cão de estimação a ter de conversar bobagens. A bem da verdade Hitler foi um soldado bravo, nunca fez cara feia diante das difíceis ordens que recebeu. Sua tarefa de levar mensagens do quartel-general para o front, e vice-versa,  era considerada de extremo risco, pois exigia exposição isolada ao fogo do inimigo que procurava, de toda sorte, abatê-lo a fim de obstruir as comunicações. Mesmo assim ele nunca foi cogitado para tarefas simples de comando ou promovido à Sargento, devido, segundo consta, à sua baixa capacidade de liderança diante de seus camaradas. Certamente uma antítese se compararmos onde chegou.
Promoções:
07/08/14 Recruta (Schültze)
03/11/14 Cabo (Gefreiter)
Principais condecorações:
02/12/14 Cruz de Ferro 1914 2ª Classe
09/03/17 Cruz de Mérito Militar c/Espadas 3ª Classe do Reino da Baviera
18/05/18 Insígnia de Ferimento em preto
04/08/18 Cruz de Ferro 1914 1ª Classe
25/08/18 Ordem de Mérito Militar 3ª Classe do Reino da Baviera

Obs.: ¹ Existe uma controversa versão deste acontecimento relacionada com doença grave contraída por Adolf Hitler oito anos antes. Vide detalhes aqui.







domingo, 27 de janeiro de 2013

OITENTA ANOS DEPOIS

Completa-se nos próximos dias oitenta anos da subida do Nacional-Socialismo ao poder na Alemanha. Em 30/01/1933 Hitler recebia das mãos do Presidente Paul von Hindenburg (vide bio aqui) a chancelaria do governo. Era o apogeu de uma difícil escalada que tivera início treze anos antes quando o jovem Adolf Hitler filiou-se ao pequeno Partido dos Trabalhadores Alemães (DAP) e deixou o Exército após a derrota na 1ª Grande Guerra. Em dezenas de discursos ele contou com orgulho sua trajetória até aquela data conseguindo transformar um minúsculo partido numa força política nacional até tornar-se o maior partido da Alemanha.
Em nov./1923 tentou apressadamente tomar o poder à força no estado da Baviera, contudo o golpe não logrou êxito sendo encarcerado por nove meses além de ver seu partido esfacelar-se. Nem isso o fez sentir-se derrotado, muito pelo contrário, arregaçou as mangas e partiu para a luta política, reorganizando o NSDAP, publicando seu famoso livro Mein Kampf (Minha Luta), tecendo alianças, conseguindo recursos das grandes indústrias e criando sua guarda pessoal, as Tropas SS (mais fiéis à ele do que as SA). Em mar./1927 a justiça devolveu-lhe o direito de discursar em público, entretanto as eleições para o Parlamento Alemão (Reischstag), de mai./1928, mostrou-lhe que muito trabalho ainda havia para ser feito, pois neste sufrágio o NSDAP conseguiu somente 2,6% dos votos, o que representava apenas 12 cadeiras naquela casa. Nas eleições seguintes, de set./1930, os frutos começavam a aparecer devido ao agravamento da crise econômica - os nazistas ficaram com mais de 18% dos votos conquistando 107 cadeiras no Parlamento tornando-se, desta forma, o segundo maior partido nacional. Ao mesmo tempo que os adeptos de suas idéias iam engrossando as fileiras do partido, suas tropas SA também cresciam progressivamente chegando a ter um contingente de 70 mil homens. Em abr./1932, já naturalizado alemão, concorreu à presidência da República contra o Marechal von Hindenburg (que disputava a reeleição) e foi derrotado em segundo turno. Mais um revés que não o fez desistir. Em julho daquele ano, em novas eleições para o Reichstag, o NSDAP alcançou 37,3% do eleitorado, tornando-se o maior partido político alemão com 230 cadeiras! Não havia mais como governar o país sem a colaboração dos nazistas e seus já então 500 mil homens das tropas SA. No mês seguinte, em meio ao caos político, Hitler recusa a vice-chancelaria. Para ele era o governo total ou nada. O Parlamento novamente foi dissolvido e as eleições de nov./1932, para a nova formação das cadeiras, mostrou um pequeno recuo do NSDAP, entretanto os grande industriais e as coalizões políticas exigiam um novo governo livre de amarrações com o passado. Sem ter saída mais apropriada o alquebrado Presidente von Hindenburg, herói da 1ª Grande Guerra, oferece à Hitler a Chancelaria da Alemanha. Chegara o grande dia!
Sim, chegara ... mas para quem? Para o NSDAP? Para Adolf Hitler? Para a multidão que ele arrastava? Para todos estes juntos?...doze anos após, o ditador, em meio às ruínas da capital cercada pelo Exército Vermelho, não cessava de justificar a derrota como fruto da traição do povo e de seus generais. O povo, por seu lado, chorando a perda de seus parentes e totalmente desiludido, julgava-se traído por Hitler. Decerto não há o que comemorar nesta data.




 

sábado, 26 de janeiro de 2013

HASE, Karl Paul Immanuel von (*24/07/1885†08/08/1944)

Paul von Hase nasceu em Hannover em jul./1885 . Aos vinte anos ingressou no Exército sendo comissionado 2º Tenente em jan./1907. Participou da 1ª Grande Guerra com bravuva ao ponto de ser condecorado com as duas classes da Cruz de Ferro 1914. Ao terminar o conflito, em nov./1918, já no posto de Capitão, permaneceu alistado no Exército muito embora as restrições impostas pelo Tratado de Versalhes tivessem decretado uma drástica redução no contingente das Forças Armadas da República de Weimar. Durante a mobilização do Exército Alemão para o início da 2ª Guerra Mundial, em ago./1939, von Hase, já feito Major-general, assumiu o comando da 46ª Divisão de Infantaria e atuou de forma efetiva durante a campanha contra a Polônia e a ofensiva contra a França e os Países Baixos, em meados do ano seguinte. Após a rendição dos franceses, o então Tenente-general von Hase foi transferido para o comando da 56ª Divisão de Infantaria estacionada na Bélgica lá permanecendo até nov./1940 quando foi designado Comandante Militar de Berlim.
Já por volta de 1938 von Hase tornara-se um ferrenho opositor do regime nazista, aproximando-se de nomes conhecidos da resistência como o Almirante Wilhelm Canaris (vide bio aqui), seu subordinado Coronel Hans Oster (vide bio aqui) e os generais von Witzleben (vide bio aqui), Halder (vide bio aqui) e Hoepner (vide bio aqui). Além disto era parente próximo do pastor luterano, e também militante da conspiração, Dietrich Bonhoffer.
Após o atentado contra a vida de Hitler, em 20/07/1944, von Hase ordenou a seu subordinado Major Remer (vide bio aqui), comandante do Regimento de Guardas Panzergrenadier Grossdeutschland, que isolasse os prédios ministeriais da capital conforme o plano previamente elaborado pelo grupo de conjurados a fim de derrubar o regime nazista. Após o fracasso do golpe von Hase foi preso pela Gestapo, julgado e condenado à morte por enforcamento. Em 08/08 daquele mesmo ano sua sentença foi executada na prisão de Berlim quatro dias depois de ser expulso do Exército por desonra.
Promoções:
18/10/06 Aspirante
27/01/07 2º Tenente
04/07/14 1º Tenente
18/08/15 Capitão
01/04/28 Major
01/02/33 Tenente-coronel
01/02/35 Coronel
01/04/38 Major-general
01/04/40 Tenente-general



Principais condecorações:
? Cruz de Ferro 1914 2ª Classe
? Cruz de Ferro 1914 1ª Classe
? Cruz de Ferro 1939 2ª Classe (broche)
? Cruz de Ferro 1939 1ª Classe (broche)
30/12/43 Cruz Germânica em prata
Principais comandos:
15/10/35 - 10/11/38 Cmte. 50º Regimento de Infantaria
11/11/38 - 25/08/39 Cmte. Infantaria 3
26/08/39 - 24/07/40 Cmte. 46ª Divisão de Infantaria
01/08/40 - 14/11/40 Cmte. 56ª Divisão de Infantaria
25/11/40 - 24/07/44 Cmte. Militar de Berlim

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

REMER, Otto-Ernst Fritz Adolf (*18/08/1912†04/10/1997)

Otto-Ernst Remer nasceu em ago./1912 na cidade independente de Neubrandenburg, estado de Mecklenburg. Em abr./1933 ingressou no Exército, já na administração do Nacional-Socialismo. Dois anos mais tarde foi comissionado oficial (2º Tenente). Em set./1939, quando a 2ª Guerra eclodiu, o 1º Tenente Remer assumiu o comando da 13ª Cia. do 479º Regimento de Infantaria e, no ano seguinte, foi transferido para o comando da 701ª Cia. onde participaria da ofensiva do oeste (Países Baixos e França), Bálcãs e Rússia. Por seu desempenho além do dever foi condecorado com as duas classes da Cruz de Ferro. Em fev./1942, Remer, já no posto de Capitão, foi indicado comandante do 1º Batalhão do 10º Regimento de Infantaria Motorizado, ainda em solo soviético, entretanto permaneceu nesta posição por apenas dois meses já que em abr./1942 assumiu o comando do 4º Batalhão da Divisão Panzergrenadier Grossdeutschland também em terreno russo. Por seu brilhante espírito de liderança à frente de seus subordinados foi seguidamente agraciado com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro e com as Folhas de Carvalho. Remer deixou o front leste em mai./1944 quando foi designado comandante do Regimento de Guardas Panzergrenadier Grossdeutschland, na defesa da capital do Reich.
Nesta posição o Major Remer teria participação decisiva no desfecho do golpe contra o regime após o atentado à vida do Führer em 20/07/1944. Na noite daquele fatídico dia, convencido de que Hitler havia morrido na explosão, segundo as informações espalhadas em Berlim, Remer seguia as ordens recebidas do General Paul von Hase, Comandante Militar de Berlim, um dos principais conjurados. Seus homens haviam cercado o distrito dos edifícios governamentais no centro da capital, impedindo a saída ou entrada de qualquer pessoa. O ministro Goebbels (vide bio aqui), de seu gabinete, que havia chamado para si a resolução do impasse, mandou convocar Remer e lhe provou categoricamente que Hitler estava vivo! Através de uma ligação telefônica para a "Toca do Lobo" (vide detalhes aqui), passou o aparelho para Remer que, estático, escutou a voz inconfundível do ditador do outro lado da linha. Hitler o promoveu à Coronel e instruiu-lhe novas ordens, salientando a grande importância em cumprí-las devido ao delicado momento que o regime passava. Sobre os ombros daquele jovem oficial estavam as medidas militares necessárias para manter a ordem em toda a capital. E ele foi enérgico e eficiente, sufocando a rebelião. Uma simples telefonema feita pelo astuto Goebbels fizera com que toda a conjuração fosse anulada. A História havia reservado para Remer um papel de suma importância.
Em ago./1944 Remer foi designado para o comando da Brigada Panzer Begleit Führer (Escolta do Líder), depois renomeada Divisão Panzer. Nesta unidade participou da última ofensiva germânica no oeste, a famosa Batalha do Bulge, na região das Ardenas.
Terminada a guerra, o Major-general Remer caiu prisioneiro dos norte-americanos, permanecendo em cativeiro até set./1947. No pós-guerra o fanático nazista ainda participaria de tentativas de ressuscitar o ideal do antigo partido, entretanto enfrentou severas oposições por onde esteve, exilando-se, por fim, na Espanha, onde faleceu de causas naturais, em out./1997, aos 85 anos.
Promoções:
??/??/34 Aspirante
??/01/35 Subtenente
01/04/35 2º Tenente
01/06/38 1º Tenente
01/04/41 Capitão
01/01/43 Major
20/07/44 Coronel (saltou a patente de Tenente-coronel)
31/01/45 Major-general



Principais condecorações:
20/05/40 Cruz de Ferro 1939 2ª Classe
12/06/40 Cruz de Ferro 1939 1ª Classe
29/08/42 Cruz Germânica em ouro
18/05/43 Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro
12/11/43 Cruz de Cavaleiro com Folhas de Carvalho (325º)
Principais comandos:
03/01/39 - 31/08/39 Cmte. 15ª Cia. do 89º Regimento de Infantaria
01/09/39 - 29/02/40 Cmte. 13ª Cia. do 479º Regimento de Infantaria
01/03/40 - 31/01/42 Cmte. 701ª Cia. do ?º Regimento de Infantaria Motorizado
01/02/42 - 31/03/42 Cmte. 1º Batalhão do 10º Regimento de Infantaria Motorizado
01/04/42 - 30/11/42 Cmte. 4º Batalhão do Regimento Panzergrenadier Grossdeutschland
01/01/43 - 31/07/44 Cmte. Regimento de Guardas Panzergrenadier Grossdeutschland
01/08/44 - 30/04/45 Cmte. Brigada Panzer Begleit Führer, depois Divisão Panzer



terça-feira, 22 de janeiro de 2013

ACELERADOR DE BUSCA PARA BIOGRAFIAS I


Exército

  
Marechal de Campo


Fedor von Bock

Walther von Brauchitsch

Ernst Busch

Paul von Hindenburg

Wilhelm Keitel

Ewald von Kleist

Günther von Kluge

Georg von Küchler

Wilhelm von Leeb

Walther List

Erich von Manstein

Walter Model

Friedrich Paulus

Walther von Reichenau

Erwin Rommel

Gerd von Rundstedt

Ferdinand Schörner

Maximillian von Weichs

Erwin von Witzleben

Coronel-General

Wilhelm Adam


Ludwig Beck

Johannes Blaskowitz

Eduard Dietl

Friedrich Dollmann

Nikolaus von Falkenhorst

Johannes Friessner

Werner von Fritsch

Erich Fromm

Heinz Guderian

Curt von Haase

Franz Halder

Kurt von Hammerstein-Equord

Josef Harpe

Gothard Heinrici

Walter Heitz

Carl Hilpert

Erich Hoepner

Carl-Adolf Hollidt

Hermann Hoth

Hans Hube

Erwin Jänecke

Alfred Jodl

Georg Lindemann

Eberhard von Mackensen

Erhard Raus

Hans-Georg Reinhardt

Lothar Rendulic

Richard Ruoff

Kurt von Salmuth

Rudolf Schmidt

Eugen von Schobert

Hans von Seeckt

Adolf Strauss

Karl Strecker

Heinrich von Viettinghoff-Scheel

Walter Weiss

Kurt Zeitzler

General-de-infantaria

Erich Abraham

Karl Allmendinger

Helge Auleb

Wilhelm Berlin

Franz Beyer

Bruno Bieler

Johannes Block

Günther Blumentritt

Herbert Böckmann

Oskar Boege

Kuno-Hans Both

Kurt Brennecke

Kurt von Briesen

Walter von Brockdorff-Ahlefeldt

Rudolf von Bünau

Wilhelm Burgdorf

Erich Buschenhagen

Theodor Busse

Friedrich-Wilhelm von Chappuis

Kurt von der Chevallerie

Dietrich von Choltitz

Erich Heinrich Clössner

Ernst Dehner

Anton Dostler

Karl Eibl

Franz von Epp

Werner von Erdmannsdorff

Hans-Karl von Esebeck

Friedrich Fangohr

Alexander von Falkenhausen

Hans Felber

Walther Fischer von Weikersthal

Hermann Foertsch

Martin Gareis

Rudolf Gercke

Hermann Geyer

Werner von Gilsa

Hans Gollnick

Friedrich Gollwitzer

Walther Graessner

Martin Grase

Anton Grasser

Hans von Greiffenberg

Horst Grossmann

Siegfried Haenick

Walther Hahm

Hermann von Hanneken

Alexander von Hartmann

Wilhelm Hasse

Arthur Hauffe

Friedrich Herrlein

Otto Hitzfeld

Friedrich Hochbaum

Rudolf Hofmann

Gustav Höhne

Walter Hörnlein

Friedrich Hossbach

Erich Jaschke

Hans Jordan

Werner Kienitz

Eberhard Kinzel

Baptist Kniess

Fritz Koch

Friedrich Köchling

Joachim von Kortzfleisch

Hans Krebs

Karl Kriebel

Ernst von Krosigk

Arthur Kullmer

Otto Lasch

Paul Laux

Ernst von Leyser

Walther Lichel

Friedrich Materna

Franz Mattenklott

Gerhard Matzky

Johannes Mayer

Walther Melzer

Friedrich Mieth

Friedrich Müller

Ludwig Müller

Ferdinand Neuling

Hermann Niehoff

Hans von Obstfelder

Friedrich Olbricht

Eugen Ott

Karl von Oven

Karl von Prager

Helmut Priess

Carl Püchler

Hermann Recknagel

Erich Raschick

Siegfried Rasp

Hans Wolfgang Reinhard

Edgar Röhricht

Kurt Röpke

Franz von Roques

Karl von Roques

Friedrich-August Schack

Hans-Karl von Scheele

Otto Schellert

Max von Schenckendorff

Kurt von Schleicher

Hans Schmidt

Rudolf Schmundt

Willi Schneckenburger

Walter Schroth

Albrecht Schubert

Friedrich Schulz

Felix Schwalbe

Viktor von Schwedler

Friedrich Siebert

Georg von Sodenstern

Karl Wilhelm Specht

Otto Sponheimer

Otto Stapf

Erich Straube

Karl-Heinrich von Stülpnagel

Otto von Stülpnagel

Hans von Tettau

Hellmuth Thumm

Wilhelm von Tippelskirch

Rudolf Toussaint

Erwin Vierow

Paul Völkers

Hellmuth Volkmann

Wilhelm Wegener

Karl Weisenberger

Wilhelm Wetzel

Emil von Wickede

Friedrich Wiese

Gustav von Wietersheim

Mauritz von Wiktorin

Joachim Witthöft

Otto Wöhler

Ludwig Wolff

Gustav von Zangen

Hans Zorn

General-panzer

Hermann Balck

Erich Brandenberg

Hermann Breith

Hans Cramer

Ludwig Crüwell

Karl Decker

Heinrich Eberbach

Maximilian von Edelsheim

Gustav Fehn

Wolfgang Fischer

Walter Fries

Hans von Funk

Leo Geyr von Schweppenburg

Fritz-Hubert Gräser

Sigfrid Henrici

Traugott Herr

Alfred von Hubicki

Georg Jauer

Werner Kempf

Mortimer von Kessel

Friedrich Kirchner

Ulrich Kleemann

Otto von Knobelsdorff

Eugen Walter Krüger

Adolf Kuntzen

Fritz Kühn

Willibald von Langermann und Erlenkamp

Joachim Lemelsen

Heinrich von Lüttwitz

Smilo von Lüttwitz

Hasso-Eccard von Manteuffel

Karl Mauss

Walther Nehring

Dietrich von Saucken

Ferdinand Schaal

Gerhard von Schwerin

Fridolin von Senger und Etterlin

Georg Stumme

Horst Stumpff

Wilhelm von Thoma

Gustav von Vaerst

Rudolf Veiel

Nikolaus von Vormann

Walther Wenck

General-de-montanha

Franz Böhme

Karl Eglseer

Valentin Feurstein

Georg von Hengl

Ferdinand Jodl

Rudolf Konrad

Hans Kreysing

Ludwig Kübler

Hubert Lanz

Julius Ringel

Karl von Le Suire

Johann Schlemmer

Kurt Versock

Emil Vogel

Friedrich-Jobst Volckamer von Kirchsittenbach

General-de-artilharia

Maximilian de Angelis

Paul Bader

August Behlendorff

Wilhelm Berlin

Eduard Crasemann

Theodor Endres

Erwin Engelbrecht

Wilhelm Fahrmbacher

Maximilian Felzmann

Maximilian Fretter-Pico

Curt Gallenkamp

Christian Hansen

Otto Hartmann

Walter Hartmann

Friedrich-Wilhelm Hauck

Ernst-Eberhard Hell

Kurt Herzog

Kurt Jahn

Walter Keiner

Fritz Lindemann

Herbert Loch

Walther Lucht

Erich Marcks

Robert Martinek

Anton-Reichard von Mauchenheim

Horst von Mellenthin

Heinrich Meyer-Bürdorf

Willi Moser

Herbert Osterkamp

Max Pfeffer

Georg Pfeiffer

Friedrich von Rabenau

Rudolf von Roman

Walther von Seydlitz-Kurzbach

Johann Sinnhuber

Hermann von Speck

Hans Speth

Wilhelm Stemmermann

Siegfried Thomaschki

Hermann Tittel

Martin Wandel

Helmuth Weidling

Albert Wodrig

Rolf Wuthmann

Heinz Ziegler

General-de-cavalaria

Diether von Böhm-Bezing

Kurt Feldt

Erik Hansen

Gustav Harteneck

Philipp Kleffel

Rudolf Koch-Erpach

Karl Köhler

Edwin von Rothkirch und Trach

Siegfried Westphal

General-de-engenharia

Otto-Wilhelm Förster

Walter Kuntze

Otto Tiemann

General-de-comunicações

Erich Fellgiebel

Albert Praun

General-médico

Siegfried Handloser

Tenente-general

Eduard Aldrian

Friedrich Altrichter

Günther Angern

Wilhelm von Apell

Karl Arndt

Walter Assmann

Ernst-Günther Baade

Curt Badinski

Erich Baessler

Johannes Baessler

Richard Baltzer

Fritz Bayerlein

Carl Becker

Fritz Becker

Wilhelm Behrens

Werner von Bercken

Hans Bergen

Gerhard Berthold

Clemens Betzel

Helmuth Beukemann

Arnold von Biegeleben

Georg von Bismarck

Edmund Blaurock

Eugen Bleyer

Oskar Blümm

Erpo von Bodenhausen

Gustav Boehringer

Hans Boelsen

Johann de Boer

Hans Böckh-Behrens

Hellmuth Böhlke

Karl Böttcher

Wilhelm Bohnstedt

Hans von Boineburg-Lengsfeld

Walter von Boltenstern

Max Bork

Willibald Borowietz

Walter Botsch

Julius Braun

Friedrich von Broich

Otto-Hermann Brücker

Karl Burdach

Arnold Burmeister

Karl Casper

Hellmuth von der Chevallerie

Kurt Chill

Conrad von Cochenhausen

Karl-Friedrich Cranz

Wilhelm Crisolli

Kurt Cuno

Paul Danhauser

Alexander von Daniels

Heinrich Deboi

Hans Degen

Walter Denkert

Erich Diestel

Paul Drekmann

Otto Drescher

Walther Düvert

Friedrich Eberhardt

Heinrich Eckhardt

Werner Ehrig

Harald von Elverfeldt

Gerhard Engel

Wilhelm Falley

Edgar Feuchtinger

Gerhard Feyerabend

Gotthard Fischer

Hermann Fischer

Hermann Flörke

Friedrich Foertsch

Werner Forst

Fritz Franek

Bruno Frankewitz

Max Fremerey

Otto Fretter-Pico

Helmut Frieb

Eccard von Gablenz

Franz Gall

Alfred Gause

Werner Göritz

Heinrich Götz

Karl von Graffen

Heinz Greiner

Karl von Groddeck

Karl Gümbel

Paul Gurran

Ernst Haccius

Ernst Häckel

Wolf Hagemann

Ernst Hammer

Paul von Hase

Siegfried Hass

Bruno von Hauenschild

Georg Haus

Eduard Hauser

Otto Heidkämper

Ferdinand Heim

Conrad-Oskar Heinrichs

Gustav Heistermann von Ziehlberg

Alfred Hemmann

Albert Henze

Wilhelm Heun

Walter Heyne

Harald von Hirschfeld

Alfons Hitter

Hanskurt Höcker

Hugo Höfl

Hermann Hölter

Edmund Hoffmeister

Hermann Hohn

Rudolf Holste

Harry Hoppe

Rudolf Hübner

Werner Hühner

Helmuth Huffmann

Gustav Hundt

Walther von Hünersdorff

Arno Jahr

Richard John

Erwin Jollasse

Walter Jost

Hans Källner

Hans Kamecke

Franz Karl

Friedrich Karst

Gerhard Kauffmann

Heinrich Kirchheim

Heinrich Kittel

Paul Klatt

Wolfgang von Kluge

Eugen König

Otto Kohlermann

Richard Koll

Dietrich Kraiss

August Krakau

Günther Krappe

Walther Krause

Hermann Kress

Eberhard Kurowski

Otto Lancelle

Franz Landgraf

Wolfgang Lange

Heribert von Larisch

Arno von Lenski

Theobald Lieb

Max Lindig

Friedrich-Wilhelm von Loeper

Karl Löwrick

Vollrath Lübbe

Otto-Joachim Lüdecke

Kurt-Jürgen von Lützow

Hartwig von Ludwiger

Carl-Hans Lungershausen

Helwig Luz

Siegfrid Macholz

Ernst Maisel

Werner Marcks

Karl-Friedrich von der Meden

Robert Meissner

Erwin Menny

Ludwig Merker

Eduard Metz

Hermann Meyer-Rabingen

Johann Mickl

Hans Mikosch

Kurt Moehring

Kurt von Mühlen

Dietrich von Müller

Philipp Müller-Gebhard

Vincenz Müller

Otto von Natzmer

Egon von Neindorff

Friedrich Neumann

Walter Neumann-Silkow

Heinrich Nickel

Ferdinand Noeldechen

Willifrank Ochsner

Kurt Oppenländer

Ralph von Oriola

Bruno Ortner

Otto Ottenbacher

Carl Rabe von Pappenheim

Richard Pellengahr

Max Pemsel

Rudolf Peschel

Hellmuth Pfeifer

Kurt Pflieger

Johann Pflugbeil

Christian Philipp

Wilhelm Philipps

Egbert Picker

Hans Piekenborck

Gerhard Poel

Fritz Polack

Georg-Wilhelm Postel

Josef Prinner

Josef Radowitz

Georg Radziej

Adolf Raegener

Werner Ranck

Friedrich von Randow

Fritz-Georg von Rappard

Erwin Rauch

Hans von Ravenstein

Heinrich Recke

Paul Reichelt

Josef Reichert

Rudolf Reichert

Siegfried Rein

Alfred-Hermann Reinhardt

Erich Reuter

Hellmuth Reymann

Karl-Ludwig Rhein

Johann-Georg Richert

Werner Richter

Josef Rintelen

Walther Risse

Stephan Rittau

Georg von Rittberg

Carl Rodenburg

Eberhard Rodt

Günther von Rost

Friedrich-Wilhelm von Rothkirch und Panthen

Karl Rübel

Ernst Rupp

Hans de Salengre-Drabbe

Erwin Sander

Werner Sanne

Karl-Gustav Sauberzweig

Ernst Schaumburg

Walther Scheller

Theodor Scherer

Paul Scheuerpflug

Walter Schilling

Siegmund von Schleinitz

Karl-Wilhelm von Schlieben

Fritz Schlieper

Helmuth Schlömer

Arthur Schmidt

August Schmidt

Gustav Schmidt

Hans Schmidt

Otto Schmidt-Hartung

Artur Schmitt

Erich Schneider

Erich Schopper

Rudolf Schrader

Max Schrank

Otto Schünemann

Friedrich von Scotti

Franz Sensfuss

Ernst Sieler

Curt Siewert

Rudolf Sintzenich

Friedrich Sixt

Hans Sixt von Armin

Ralf Sodan

Hans Speidel

Hans von Sponeck

Hyazinth Strachwitz von Gross-Zauche und Camminetz

Mauritz von Strachwitz und Gross-Zauche

Johannes Streich

Heinrich Thoma

Karl von Thüngen-Rossbach

Eberhard Thunert

Theodor Tolsdorff

Hans Traut

Wolf-Günther Trierenberg

Hans Tröger

Martin Unrein

Christian Usinger

Willibald Utz

Siegfried Verhein

Hans Wagner

Herbert Wagner

Rudolf von Waldenfels

Walter Wessel

Franz Westhoven

Wend von Wietersheim

Theodor von Wrede

Wolf von Xylander

Friedrich Zickwolff

Richard Zimmer

Major-general

Carl Anders

Hans-Adolf von Arenstorff

Karl Arning

Oskar Audörsch

Hans-Ulrich Back

Robert Bader

Franz Bäke

Erich Bärenfänger

Konrad Barde

Otto Barth

Helmut Bechler

Heinrich von Behr

Hermann-Heinrich Behrend

Gerd-Paul von Below

Georg Benthack

Martin Berg

Lothar Berger

Erhard Heinrich Berner

Julius von Bernuth

Paul Betz

Martin Bieber

Ernst Biehler

Wilhelm Bleckwenn

Friedrich Blümke

Heinz Brandt

Theodor Bohlmann-Combrink

Ernst Bolbrinker

Karl Britzelmayr

Heinrich-Walter Bronsart von Schellendorf

Hans Bruhn

Albert Buck

Hans von Buddenbrock

Otto Büsing

Bruno Chrobeck

Alexander Conrady

Richard Daniel

Rudolf Demme

Erich Dethleffsen

Moritz von Drebber

Oskar Eckholt

Werner von Eichstädt

Gottfried von Erdmannsdorff

Gottfried Frölich

Erich Fronhöfer

Fritz Fullriede

Heinz Furbach

Heinz Gaedcke

Eugen Garski

Erich Geissler

Rudolf-Christoph von Gersdorff

Anton Glasl

Karl Göbel

Walter Gorn

Franz Griesbach

Georg Hachtel

Hubertus Maria von Heigl

Karl Henke

Johannes Hölz

Günther Hoffmann-Schönborn

Norbert Holm

Helmuth Hufenbach

Maximilian Jais

Kurt von Jesser

Hans-Joachim Kahler

Erich Kahsnitz

Ludwig Kirschner

Gustav-Georg Knabe

Ernst Knebel

Ernst König

Peter Körte

Karl Kötz

Heinz Kokott

Werner Kolb

Botho Kollberg

Otto Korfes

Karl Koske

Georg Kossmala

Karl Kossmann

Heinrich Kreipe

Alfred Kuhnert

Alfred Kuzmany

Hanns Laengenfelder

Hubert Lamey

Willy Langkeit

Meinrad von Lauchert

Max Lemke

Wilhelm von Lengerke

Richard Lepper

Hans-Georg Leyser

Kurt von Liebenstein

Gerhard Lindemann

Gerhard Lindner

Rudolf Lippert

Karl Lorenz

Hellmuth Mäder

Hans von der Mosel

Gerhard Müller

Hanns von Necker

Horst Niemack

Hermann von Oppeln-Bronikowiski

Günther Pape

Max Reinwald

Otto-Ernst Remer

Karl Rothenburg

Maximilian Sachsenheimer

Rolf Scherenberg

Franz Schlieper

Gerhard Schmidhuber

Henning Schönfeld

Eberhard von Schuckmann

Hermann Schulte-Heuthaus

Adelbert Schulz

Johannes Schulz

Werner Schulze

Otto Schury

Erich von Seckendorff

Rudolf Sieckenius

Joachim von Siegroth

Adolf Trowitz

Alois Weber

Maximilian Wengler

Alois Windisch

Heinrich Wittkopf

Rudolf Wulf

Coronel

Andreas von Aulock

Rudolf Bacherer

George von Boeselager

Heinrich Borgmann

Josef Bregenzer

Albert Brux

Heinrich Busse

Albrecht Czimatis

Rudolf Flinzer

Martin Fritsche

Claus von Stauffenberg

Horst von Usedom

Tenente-coronel

Martin Steglich

Luftwaffe


Marechal do Reich


Marechal de Campo


Albert Kesselring

Erhard Milch

Wolfram von Richthofen

Hugo Sperrle

Coronel-General

Otto Dessloch

Ulrich Grauert

Hans Jeschonnek

Alfred Keller


Alexander Löhr

Bruno Loerzer

Günther Rüdel

Kurt Student

Hans-Jürgen Stumpff

Ernst Udet

Hubert Weise

General-de-aviação

Karl Bodenschatz

Walter Boenicke

Rudolf Bogatsch

Alfred Bülowius

Joachim Coeler

Paul Deichmann

Hellmuth Felmy

Martin Fiebig

Johannes Fink

Helmuth Förster

Stefan Fröhlich

Hans Geisler

Otto Hoffmann von Waldau

Josef Kammhuber

Ulrich Kessler

Karl Koller

Werner Kreipe

Bernhard Kühl

Rudolf Meister

Erich Petersen

Kurt Pflugbeil

Maximilian von Pohl

Ludwig Schulz

Hans-Georg von Seidel

Hans Seidemann

Otto von Stülpnagel

Hellmuth Volkmann

Ludwig Wolff

General-paraquedista


Paul Conrath

Richard Heidrich

Eugen Meindl

Gerhard Ramcke

Alfred Schlemm

General-de-artilharia-antiaérea

Walther von Axthelm

Heinrich Burchard

Gerhard Hoffmann

Job Odebrecht

Wolfgang Pickert

Richard Reimann

Karl von Roques

August Schmidt

Emil Zenetti

Tenente-general

Karl Angerstein

Ernst Buffa

Wolgang von Chamier-Glisczinski

Gerhard Conrad

Wolfgang Erdmann

Gotthard Frantz


Martin Harlinghausen

Alexander Holle

Joachim Friedrich Huth

Werner Junck

Alfons Luczny

Gottlob Müller

Theodor Osterkamp

Hermann Plocher

Heino von Rantzau

Herbert Rieckhoff

Ernst-August Roth

Richard Schimpf

Eduard von Schleich

Wilhelm Schmalz

Josef Schmid

Reiner Stahel

Alfred Sturm

Wilhelm Süssmann

Heinz Trettner

Walther Wever

Gustav Wilke

Major-general

Kurt Andersen

Ernst Bormann

Ulrich Diesing

Oskar Dinort

Robert Fuchs

Walter Grabmann

Walter Hagen

Sebastian-Ludwig Heilmann

Hubertus Hitschold

Otto Höhne

Max-Josef Ibel

Friedrich Kless

Hans Korte

Hans Kroh

Julius Kuderna

Fritz Morzik

Dietrich Peltz

Hans-Joachim Rath

Hans Rauch

Franz Reuss

Günther Sachs

Karl-Heinrich Schulz

Karl-Lothar Schulz

Carl Schumacher

Günther Schwartzkopff

August Storp

Wolff von Stutterheim

Klaus Siegfried Uebe

Oskar Vorbrugg

Walther Wadehn

Erich Walther

Paul Weitkus

Adolf Wolf

Alwin Wolz

Coronel

Werner Baumbach

Karl-Heinz Becker

Karl-Eric Bertram

Hans von Beust

Helmut Bruck

Walther Dahl

Adolf Dickfeld

Alfred Druschel

Wolfgang Falck

Walter Gericke

Kurt Groschke

Harry Herrmann

Dietrich Hrabak

Herbert Ihlefeld

Ernst Kühl

Ernst Kupfer

Helmut Lent

Günther Lützow


Walter Oesau

Erich Pietzonka

Josef Priller

Günther Radusch

Gustav Rödel

Hans-Ulrich Rudel

Johannes Steinhoff

Werner Streib

Johannes Trautloft

Wolf-Dietrich Wilcke

Tenente-coronel

Hansgeorg Bätcher

Kurt Bühligen

Ulrich von Gravenreuth

Hermann Hogeback

Hans-Joachim Jabs

Georg Jakob

Bernhard Jope

Herbert Lütje

Friedrich-Karl Müller

Karl Rossmann

Gerhart Schirmer

Major

Fritz Alpers

Wilhelm Balthasar

Erich Gerhard Barkhorn

Alwin Boerst

Kurt Brändle

Erwin Clausen

Martin Drewes

Hans Hahn

Erich Hartmann

Karl Henze

Wilhelm Herget

Herbert Huppertz

Friedrich Lang

Heinz Meyer

Walter Nowotny

Joachim Müncheberg

Günther Rall

Erich Rudorffer

Heinz Wolfgang Schnaufer

Reinhard Seiler

Paul Semrau

Heinrich Setz

Wolfgang Späte

Kurt Ubben

Theodor Weissenberger

Helmut Wick

Johannes Wiese

Herbert Wittmann

Rudolf Witzig

Josef Würmheller

Paul Zorner

Capitão

Martin Becker

Joachim Brendel

Alexander Gläser

Georg-Hermann Greiner

Hermann-Friedrich Joppien

Joachim Kirschner

Walter Krupinski


Diether Lukesch

Hans Joachim Marseille

Manfred Meurer

Ernst-Wilhelm Reinert

Heinz Rökker

Franz Schall

Heinz Schmidt

Heinz Strüning

Wolfgang Tonne

Karl-Heinz Weber

Robert Weiss

Franz von Werra

Otto Wessling

Josef Zwernemann

1º Tenente

Hans Beisswenger

Anton Hafner

Max-Hellmuth Ostermann

Hans-Arnold Stahlschmidt

Gerhard Thyben

2º Tenente

Wilhelm Crinius

Hans Strelow

 Marinha


Grande Almirante


Erich Raeder

General Almirante

Rolf Carls

Hans-Georg von Friedeburg

Oskar Kummetz

Wilhelm Marschall

Alfred Saalwächter

Otto Schniewind

Almirante

Theodor Burchardi

Wilhelm Canaris

Otto Ciliax

Kurt Fricke

Theodor Krancke

Günther Lütjens

Wilhelm Meisel

Hubert Schmundt

Otto von Schrader

Vice-almirante

Helmuth Brinkmann

Hellmuth Heye

Kurt Hoffmann

Gustav Kieseritzky

Werner Lange

Joachim Lietzmann

Wilhelm Meendsen-Bohlken

Bernhard Rogge

Friedrich Ruge

Ernst Schirlitz

Hans Stohwasser

August Thiele

Eberhard Wolfram

Contra-almirante

Erich Bey

Kurt Böhmer

Robert Eyssen

Rolf Johannesson

Otto Kähler

Ernst Lucht

Otto Schulz

Kurt Weyher

Comodoro

Friedrich Bonte

Rudolf Petersen

Capitão-do-mar

Theodor Detmers

Günther Gumprich

Werner Hartmann

Gerhard von Kamptz

Ernst Krüder

Ernst Lindemann


Karl-Friedrich Merten

Hans-Georg Poske

Hellmuth von Ruckteschell

Viktor Schütze

Capitão-de-fragata

Adalbert von Blanc

Albrecht Brandi

Fritz Breithaupt

Günther Hessler


Heinrich Lehmann-Willenbrock

Heinrich Liebe

Karl Palmgren

Harro Schacht

Klaus Scholtz

Erich Topp

Capitão-de-corveta

Albrecht Achiles

Heinrich Bleichrodt

Carl Emmermann

Robert Gysae

Reinhard Hardegen

Gustav Hartenstein

Werner Henke

Hans Hossfeld

Georg Lassen

Johann Mohr

Jürgen Oesten

Adolf Piening

Günther Prien

Helmut Rosenbaun

Otto Schuhart

Herbert Schultze

Werner Töniges

Capitão-tenente

Engelbert Endrass

Friedrich Guggenberger

Otto Ites

Hans Jenisch

Julius Lemp

Friedrich Markworth

August Maus

Rolf Mützelburg

Joachim Schepke

Heinz-Otto Schultze

Siegfried Wuppermann

Allgemeine-SS
Waffen-SS


SS-Reichsführer

Karl Hanke


Coronel-general-SS
(SS-Oberstgruppenführer)

Kurt Daluege

Josef Dietrich

Paul Hausser

General-SS
(SS-Obergruppenführer)


Gottlob Berger

Wilhelm Bittrich

Karl-Maria Demelhuber

Theodor Eicke

Karl Frank

Otto Herbert Gille

Kurt von Gottberg

Reinhard Heydrich

Friedrich Jeckeln

Ernst Kaltenbrunner

Georg Klepper

Matthias Kleinheisterkamp

Friedrich-Wilhelm Krüger

Walter Krüger

Karl Pfeffer-Wildenbruch

Artur Phleps

Erwin Rösener

Felix Steiner

Karl Wolff

Alfred Wünnenberg

Tenente-general-SS
(SS-Gruppenführer)

Karl Brenner

Lothar Debes


Josef Fitzthum

Heinz Lammerding

Werner Ostendorff

Helmuth von Pannwitz

Hermann Priess

Karl von Pückler-Burghauss

Heinz Reinefarth

Karl-Gustav Sauberzweig

Walter Schimana

Friedrich von Scholz Elder von Rerancze

Max Simon

Bruno Streckenbach

Jürgen Stroop

Karl von Treuenfeld

Major-general-SS
(SS-Brigadeführer)

Franz Augsberger

Helmuth Becker

Kurt Brasack

Léon Degrelle

Fritz Freitag

Otto Gieseke

Desiderius Hampel

Heinz Harmel

Nikolaus Heilmann

Wilhelm Keilhaus

Hugo Kraas

Fritz Kraemer

Gustav Krukenberg

Otto Kumm


Gustav Lombard

Berthold Maack

Kurt Meyer

Wilhelm Mohnke

Karl von Oberkamp

Joachim Rumohr

Fritz Schmedes

August Schmidhuber

Hinrich Schuldt

Sylvester Stadler

August Trabandt

Herbert-Ernst Vahl

Jürgen Wagner

Theodor Wisch

Fritz Witt

August Zehender

Joachim Ziegler

Coronel-senior-SS
(SS-Oberführer)

Adolf Ax

Otto Baum

Georg Bochmann

Friedrich-Wilhelm Bock

Eduard Deisenhofer

Oskar Dirlewanger

Helmut Dörner

Walter Harzer

Martin Kohlroser

Joachim Richter

Karl Schümers

Karl Ullrich

Coronel-SS
(SS-Standartenführer)

Günther Anhalt

Karlis Aperats

Hans Collani

August Dieckmann

Waldemar Fegelein

Jacob Fick

Albert Frey

Karl Gesele

Herbert Golz

Christian Hansen

Max Hansen

Ernst Häussler

Fritz Klingenberg

Karl Kreutz

Johannes Mühlenkamp

Joachim Peiper

Heinrich Petersen

Helmuth Raithel

Alfons Rebane

Max Schäfer

Franz Schreiber


Voldemars Veiss

 Tenente-coronel-SS
(SS-Obersturmbannführer)


Hans Dorr

Nikolajs Galdins

Franz Hack

Hanns-Heinrich Lohmann

Hubert Meyer

Conrad Schellong

Christian Tychsen

Otto Weidinger

Günther-Eberhard Wisliceny

Max Wünsche

Major-SS
(SS-Sturmbannführer)

Fritz Biermeier

Helmut Kämpfe

Gustav Knittel

Ernst-August Krag

Johann Tetsch

Fritz Vogt

Capitão-SS
(SS-Hauptsturmführer)

Alfred Lex

Heinrich Schmelzer